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Sobre Ainda Acreditar No Amor

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Sim, a inspiração desse texto não é muito original, um tema até desgastado, que todos gostam de falar, o amor, a paixão. Entretanto, diferente da maioria dos textos, a autora não está apaixonada, mas eu bem que gostaria e talvez aí que eu começasse a me diferenciar um pouco.

Ouvir histórias de amor à primeira vista, no qual eu creio muitíssimo, graças a aquele “só acredito vendo” pelas histórias que eu ouço desde pequena. Meus avós se conheceram em volta dos sete anos de idade, estudaram na mesma escola, brincaram na mesma rua, namoraram no mesmo cinema, casaram, abriram um negócio juntos, trabalharam na mesma ótica/estúdio de fotografia, tiveram quatro filhos, se aposentaram juntos, viveram felizes na mesma casinha linda no interior, em nenhum momento em de suas vidas não haveria como não colocar o adjetivo “juntos”, e é exatamente por eles o fato de eu acreditar incondicionalmente no amor.

Não me leve a mal, não sou daquelas românticas incuráveis, eu detesto receber flores e ganhar ursinhos de pelúcia (sinceramente um chocolate seria mais útil), pessoas que ficam ligando toda hora, declarações em público, mensagens melosas, porém sei que o amor pode estar presente mesmo sem todos esses itens que os filmes hollywoodianos transformaram em “obrigação”. Aliás, o amor está longe das obrigações, a falta de liberdade virou tendência dos relacionamentos, e caso você não esteja mandando mensagens de cinco em cinco minutos, avisando onde estava, onde está e onde estará, e se não tiver uma boa resposta para “Quem é esse(a) vagabundo(a) no seu Facebook???”… Ferrou. Você automaticamente está traindo.

E por que disso? Nem sei, se soubesse estaria rica como palestrante ou guru sentimental provavelmente. Contudo, voltando ao início, eu gostaria de estar apaixonada, pensar na pessoa enquanto como um chocolate (viu como ele é útil), escrever ridiculamente seu nome em diversas caligrafias, stalkear seu Foursquare para adivinhar se nos cruzamos de forma totalmente espontânea em um barzinho, eu não vou perder tempo e logo vou dizer que foi coisa do destino. Enfim, quero isso, porém sem loucuras, sem odiar cada “amiga” que comenta nas suas fotos, sem implantar um radar em você, sem cobranças e aparências forçadas, sem perder a primeira paixão que tive: a de amar a mim mesma. E caso você aceite todos os termos já citados, topo até chorar desesperadamente no meio de um filme cheio de clichês de Hollywood se tudo isso acabar.

Quando um adeus não é suficiente…

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Você nem sabe direito o porque de não estarem mais juntos e tudo oque consegue desejar é se livrar das memórias dos momentos que vocês tiveram juntos. Os abraços, os beijos e todos os presentes trocados foram o suficiente pra que ele deixasse uma marca em você, em seu coração. Hoje, você quer que ele veja o quanto você esta bem e como consegue caminhar sozinho sem precisar que ele segure em suas mãos pra que você não tropece nas próprias pernas.
Você tentou enganar a si mesmo, tentou fingir que uma amizade seria o suficiente pra encurtar toda aquela saudade que as vezes parecia que ia explodir dentro do seu peito.

Fechava os olhos todas as vezes que passava perto daquele lugar que lembrava ele. Desviava caminhos só pra não passar por onde vocês costumavam passar quando só queriam caminhar. Apertava o “skip” toda vez que o ipod mesmo que no aleatório, tocava aquela musica que vocês acreditavam ser a musica de vocês. As vontades e a saudade te faziam lembrar, mas o medo e o desejo de não sofrer te levavam a querer esquecer e não vê-lo pelo menos nos próximos meses.

O Orgulho. Ah, o orgulho… Ele te fazia acreditar que mesmo não tomando uma iniciativa seu telefone iria tocar e la estaria ele, com um lindo pedido de desculpa e varias frases feitas pelas quais você esperou meses pra ouvir. Na verdade, ele te fez passar por noites que pareciam intermináveis de pura tortura e de procura incessante por alguém que suprisse pelo menos 1/3 da falta que ele te fazia.

Você acreditou no amor e fez seu coração acreditar que estava amando, quando na verdade, você não queria dizer adeus a pessoa que tinha se tornado ao lado dele, e mesmo assim a unica coisa que queria ouvir era um “Eu te amo, volta pra mim”.

Jana Rosa: Uma Deusa, uma louca ou uma feiticeira?

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Se ela fosse um filme, ela seria “Pretty Woman”. Se ela fosse uma grife seria “Amapô”. Se ela fosse uma musica, ela seria LES Artistes.
Direto de Araraquara, Janaina Rosa simplesmente colocou a capital paulista (e meu coração) em suas mãos.

A minha história de amor (platônico) com essa linda já se arrasta a algum tempo, e entre altos e baixos, encontros e desencontros, esses dias atras foi um dos dias mais tristes da minha vida, sem duvidas. Foi em uma sexta-feira, 30 de novembro, por volta das 20hrs. Trem lotado e feliz por estar voltando das compras, eis que me deparo com a carta aberta mais triste que já li em toda a minha vida, assinada por Jana e curtida por fãs e amigos que no dia totalizavam quase 500. A carta com que eu me deparei, era exatamente essa:

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Na hora até pensei que essa era só mais uma das muitas brincadeiras que ela costumar soltar nas horas mais inesperadas, mas ai comecei a ligar pra um pessoal e eles disseram que ela já tinha alterado a bio no twitter e que na time line era oque todos comentavam e mesmo com os fatos mais do que confirmados, eu não quis acreditar e tentei esquecer isso pelos 45 minutos seguintes, que seria o tempo até eu chegar em casa e tentar saber da própria se aquilo realmente procedia. Nem precisei procurar muito e nem perguntar nada diretamente, porque logo em seguida, outro balde de água fria, dessa vez no twitter:

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Fiquei me perguntando “Porque quando tudo parece que esta caminhando tão bem, tudo desmorona?”. Pode não ter desmoronado pra ela (Jana), mas pra mim foi triste saber que uma das pessoas mais legais que eu já tive a oportunidade de conhecer, a partir daquele dia estaria mais distante e eu não teria a oportunidade de toda vez que batesse aquela saudade, ligar a tv seria o suficiente pra encurtar a distancia entre os mundos paralelos que vivemos.
Meus amigos me fizeram entender que tudo oque eu estava dizendo e pensando a partir daquele momento era puro egoismo meu e que as coisas poderiam realmente se tornarem melhores e varias portas poderiam se abrir pra ela a partir daquele momento. Então deixei meu egoismo de lado e resolvi pensar nas coisas boas que poderiam vir junto com essa mudança repentina que eu eu e Jana preferimos chamar de #changes.

Todas as vezes que eu ia participar de algum evento que ela também estava presente, eu fazia questão de lembra-la do post “E se a MTV Brasil realmente fechasse?” onde ela “vira” jornalista externa do SuperPop. Uma coisa que muitos ex bbb’s torceriam o bico, Jana encarou como uma coisa super normal e todas as vezes rimos juntos desse absurdo.

Você consegue perceber o quanto a pessoa é queria e amada quando você descobre que ela tem um fã clube. Então pera, a mina vem do interior, chega em São Paulo dominando a night e um monte de coração, coloca os boy lixo cada um no seu devido lugar e ainda tem um fã clube? Pois bem, não é pra menos né, já que ela se cercou de um monte de gente querida e carrega uma legião de fãs que como eu, admiram o trabalho, a atitude e claro, o estilo da moça.

Ela é fofa e áspera, te adora e te odeia, diz que te ama e no minuto seguinte te chama de demônio. Ela sabe de onde veio e pra onde vai, mas quando você tenta entende-la, você acaba se perdendo no infinito particular que ela carrega dentro de si. Uma Deusa, uma louca ou uma feiticeira? Só Deus sabe.
É por essa e por outras que quando alguém ainda me pergunta “Quem é Jana Rosa” eu repondo mais do que de pressa: “É a dona do meu coração”.